Continuando nossas pesquisas…

Mirante

O mirante é o terceiro ponto mais alto de Campinas. Quando o Sr. Mitsubishi veio do Japão para a Fazenda Tozan, ele subia até o mirante para meditar porque lá era um lugar com pouco barulho. Do mirante dava para ver vários lugares como a outra parte da Fazenda Tozan, as montanhas do sul de Minas Gerais e Campinas.
Há um tempo atrás, teve uma guerra entre São Paulo e Minas Gerais. Uma parte da Fazenda Tozan foi usada para guardar armas e munição.

O mirante servia para os paulistas verem se os soldados mineiros estavam chegando, e nesses tiroteios uma bala raspou na madeira do teto do mirante.

 

Abanação do café
Na Fazenda Tozan nós conhecemos um homem chamado Sr. Raimundo. Ele abana café desde os 8 anos. Fora do tempo de colheita, o Sr. Raimundo demonstra como se abana o café para os visitantes da fazenda.

Ele pegou o café com folha, pedras, gravetos, colocou numa peneira bem grande e sacudiu a peneira para as folhas ficarem em cima. Então, ele jogou para cima e as folhas caíram no chão. Na peneira, sobrou somente os grãos de café. Essa separação é chamada de “abanação do café”. Ele coloca o café nas sacas e o número dele é 22.

Textos produzidos por Tamires, Vinícius e Júlia

 

 

 

Árvores da Fazenda Tozan

Na Fazenda Tozan tinha uma árvore de jatobá que vive há mais de 200 anos! Ela já estava caindo, então colocaram pilares de madeira e cabos de aço para que ela não caia sobre as casas.

Também vimos Pau-Brasil, que tem várias sementes com espinho. Algumas pessoas pegaram amostras de folhas de pau-brasil. Vimos a tinta extraída do tronco da madeira. É uma tinta avermelhada que os europeus usavam para tingir tecidos. Eles diziam que esta cor vermelha parecia “brasa”, daí surgiu o nome Brasil.

 Rosa, Vitor, Ana e Pedro Henrique

 

 

Pedro S., Bianca, Mel e Sol

Museu do Café

 

Quando nós chegamos no Museu do Café, sentamos em bancos de madeira e a Cacau contou a história da fazenda para nós.

No museu, descobrimos que o café tem 4 fases.

Primeiro o grão é verde, segundo o amarelo, terceiro o vermelho, que é quando já está no ponto de colheita. Se passar do vermelho vai ficar preto. O café que a gente toma é a semente do vermelho e não do preto.

 

O museu tinha várias máquinas antigas e foi usado como uma oficina e depois ele virou deposito e só hoje em dia é que virou um museu. Lá tem fotos das pessoas que eram donos da Fazenda Tozan e da família deles. Do primeiro dono foi passando de pai para filho, até que um dia, eles venderam para o grupo Mitsubishi.

A Cacau contou que na Segunda Guerra Mundial, o Brasil e o Japão eram inimigos e como os donos da fazenda eram do Japão, a fazenda foi tomada pelo governo e a fazenda foi abandonada por 6 anos.

Giulia, Yuri e Arthur

Máquinas

 

A monitora disse que, para colher o café, são usadas máquinas que fazem o trabalho equivalente ao de 100 homens. Depois fomos ver o despolpador, que é uma grande máquina que tira a polpa do café.

E vimos um antigo trator japonês, que serve como máquina. Entramos na casa do café e vimos uma máquina muito velha que usavam antigamente. Essa máquina cortava madeira, porque tudo era feito de madeira.

 

Flora, Pedro P. , Gabriele

 

Plantação (ruas)

 

O café é plantado em ruas bem longas cheias de pés de café. Entre uma rua e outra tem um metro e meio de distância e entre os pés tem 50 centímetros. Aprendemos que após a colheita é necessário fazer a poda dos galhos grandes. Isso é importante para o pé de café crescer mais forte na próxima florada. Aprendemos que existem dois tipos de poda: a poda radical, que corta o pé de café inteiro e a poda parcial que ainda deixa com várias folhas.

 

Filmes produzidos lá

 

Os filmes e novelas produzidos na fazenda são chamados de “Haru e Natsu” e “Corações Sujos”. O cenário da “Haru e Natsu” deveria representar uma época muito antiga, sem iluminação nas ruas, por isso não queriam postes de luz e tiveram que instalar por baixo da terra. No filme, foram representadas cenas já com iluminação e instalaram os postes de madeira em cima da terra.

 

Terreiro

O terreiro serve para secar o café, é um lugar onde pega muito sol e mede um hectare ou 100 m. Antigamente o terreiro era de terra, um pouco depois colocaram tijolos, e depois colocaram cimento e por fim, hoje tem asfalto. O asfalto absorve o calor do sol e seca mais rápido o grãos de café. O terreiro fica em frente à casa sede e tem um sino que indicava para os trabalhadores os horários de início dos trabalhos, do final do dia ou de sinais de emergência, como chuvas, invasões, etc.

 

Valor da Saca

Na época de colheita, a saca de 60kg fica mais cara, em cerca de 540 reais. Mas, já fora de época, fica mais ou menos 350 reais.

Cada colhedor tem suas sacas com seu número, Seu Raimundo é número 22, e sempre que ele abana um tanto ele coloca o café no saco dele. O trabalhador da fazenda recebe de acordo com o tanto de sacas que ele consegue colher.

 

 

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5 Respostas para Continuando nossas pesquisas…

  1. Aninha diz:

    Turma da Era Medieval, que lindo trabalho vocês estão fazendo sobre a Fazenda Tozan. Parabéns!
    Logo a Turma do Tempo irá contribuir com alguns outros comentários sobre essa aula- passeio também! Fizemos alguns textos e logo logo iremos postar, tudo bem?
    Beijos para todos!!!

    • Helena4t diz:

      Adorei ir ao passeio! Nossa, na Fazenda Tozan era MUUITO calor! Então, se alguém for (quem não é da escola e do 4º ano também…) leve bastante água (e gelada, viu???)!!!
      Até, Turma da Era Medieval e do Tempo!!!! 😉

  2. Juliana diz:

    Que delícia esse passeio! E quanta aprendizagem histórica! Parabéns turma e professora. Que esse conhecimento se multiplique.

  3. Mari e Turma da Era Medieval diz:

    Juliana, lemos seu comentário na sala e a Turma agradece! Abraço, Mari e Turma.

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